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Pesquisa: Literatura Brasileira de Expressão Alemã

Pesquisa: Literatura Brasileira de Expressão Alemã > HEINRICH EDUARD JACOB (1889-1967)

Grupo RELLIBRA - "Relações Linguísticas e Literárias Brasil-Países de língua alemã" | www.rellibra.com.br
Credenciado na USP e no CNPq
Coordenação Geral: Profa. Dra. Celeste Ribeiro de Sousa

 

HEINRICH EDUARD JACOB (1889-1967): vida e obra

Autoria: Marlen Eckl, 2010.

Direitos autorais: veiculação autorizada pelo gerente do espólio.

Como citar: Eckl, Marlen. Heinrich Eduard Jacob (1889-1967): vida e obra. São Paulo, Instituto Martius-Staden, 2010. Disponível em

> http://www.martiusstaden.org.br/conteudo/detalhe/112/heinrich-eduard-jacob-1889-1967 <.

 

 

Dados biobibliográficos

Heinrich Eduard Jacob nasceu em Berlim no dia 07 de outubro de 1889. Era filho de Martha e Richard Jacob e tinha um irmão mais velho, Robert. Seu pai era gerente de um banco, editor de um jornal, egiptólogo e autor de um romance de viagem. Em 1883, Richard Jacob fundou em conjunto com o marechal de campo Helmuth Graf von Moltke, o físico Hermann Ludwig Ferdinand von Helmholtz, o príncipe Hermann Graf von Hatzfeld e outros a secção berlinense do Deutscher Kolonialverein. Os país de Heinrich Eduard Jacob se divorciaram em 1895. No mesmo ano a mãe se casou novamente com o bancário vienense Edmund Lampl. Em 1898, após o nascimento da filha Alice, a família mudou-se para Viena. Mas, em 1902, Heinrich Eduard Jacob voltou para Berlim com a mãe e os irmãos.

 

Já durante seus estudos em letras germânicas e em música na Königliche Friedrich-Wilhelm-Universität de Berlim, Heinrich Eduard Jacob começou a escrever e a publicar artigos em vários jornais e revistas e a trabalhar como redator. A partir de 1910 colaborou como crítico teatral na revista semanal berlinense Herold. Depois de 1912 passou também a exercer as funções de redator responsável pelas secções de teatro, literatura e música da revista semanal berlinense Deutsche Montags-Zeitung. Nesta época também começou a publicar as primeiras obras ficcionais escritas em prosa. Assim, em 1912 vem a lume o seu primeiro livro de novelas chamado Das Leichenbegängnis der Gemma Ébria (O funeral da Gemma Ebria). Termina o seu primeiro romance intitulado Der Zwangjährige. Ein symphonischer Roman (O presente da terra bela. Idílios) em 1915, que, por causa da Primeira Guerra Mundial, vem somente a ser publicado em 1918. A recepção a estas primeiras obras é excelente. Entre os críticos estão, por exemplo, Julius Bab, Max Brod e Ernst Feder.

 

A Primeira Guerra Mundial teve um grande impacto na vida de Heinrich Eduard Jacob. Mesmo não tendo compartilhado da euforia da época e não tendo servido como soldado, a guerra não deixou de exercer uma certa fascinação sobre ele, como mostra o “diário” Reise durch den belgischen Krieg (Viagem pela guerra bélgica), que escreveu em 1915.

 

Em 1916 exilou-se na Suíça. Lá encontrou Dora Angel com quem se casaria em fevereiro 1939. Durante este exílio escreveu duas peças dramáticas, Beaumarchais und Sonnenfels, de 1919, e Der Tulpenfrevel (O sacrílego de tulipa), de 1921.

 

Neste mesmo ano, voltou a Berlim, onde se tornou, durante 3 anos, editor da revista literária mensal Der Feuerreiter. Blätter für Dichtung, Kritik, Graphik (O cavaleiro de fogo. Folhas de poesia, crítica, gráfica). Além disso, organizou a antologia Verse der Lebenden. Deutsche Lyrik seit 1910. (Versos dos vivos. Poesia lírica alemã desde 1910), que foi publicada em 1924. Nela incluiu autores famosos como Gottfried Benn, Bertolt Brecht, Alfred Döblin, Ivan Goll, Heinrich Mann, Ludwig Marcuse, Robert Musil, Georg Trakl, Franz Werfel, Arnold Zweig e Stefan Zweig. Também trabalhou para o jornal Berliner Tageblatt e a revista Die literarische Welt, na secção de resenhas. Quando, em 1927, foi nomeado correspondente-chefe e diretor de redação para Europa Central do Berliner Tageblatt em Viena, sua carreira jornalística tinha alcançado o apogeu. Trabalhou nessa função de mediador cultural entre a Alemanha e a Áustria até 1933. Pode-se dizer que seu trabalho jornalístico foi coroado de êxito.

 

Sua fama como escritor, contudo, só foi definitivamente alcançada com o romance Jacqueline und die Japaner (Jacqueline e os japoneses), em 1928. As suas obras literárias desta época já apresentam outras temáticas. Por exemplo, o seu romance Blut und Zelluloid (Sangue e celulóide), de 1929, foi marcado pelos acontecimentos políticos. Arnold Zweig o considerou como “ápice do romance político”.[1] Nele Heinrich Eduard Jacob chama a atenção para o perigo do abuso das media, especialmente do cinema, transformados em instrumentos ideológicos a serviço da política. Nos três anos seguintes escreveu três romances: Die Magd von Aachen. Eine von Siebentausend (A criada de Aachen. Uma de sete mil), de 1931; Liebe in Üsküb (Amor em Üsküb), de 1932, que dedicou ao seu amigo Stefan Zweig por ocasião do quinquagésimo aniversário deste, e Ein Staatsmann strauchelt (Um estadista tropeça), que foi a sua última obra publicada antes da tomada do poder pelos nacional socialistas em 1933.

 

Na primavera de 1932 foi convidado a viajar ao Brasil com o zepelim e a escrever reportagens sobre suas impressões para o Berliner Tageblatt. Heinrich Eduard Jacob aproveitou essa viagem e a estadia também para fazer pesquisas para o seu livro sobre o café como mercadoria econômica mundial. Entre outras cidades visitou Recife, Salvador da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Santos. Publicou vários artigos sobre suas observações como, por exemplo, sobre a aterrissagem em Pernambuco, sobre sua audiência no Ministério Brasileiro de Relações Exteriores e sobre o Instituto Butantã.

 

Depois da tomada do poder por Hitler, o escritor foi forçado a ficar em Viena. Em 1934, publicou então os “frutos” de sua viagem brasileira, começando com a coletânea de novelas Treibhaus Südamerika (Estufa América do Sul). Apenas um mês depois saiu o livro sobre o café intitulado Sage und Siegeszug des Kaffees (Saga e marcha triunfal do café), cujo sucesso foi tão grande que o ministro de propaganda do Terceiro Reich, Joseph Goebbels, teria telefonado ao editor Ernst Rowohlt pessoalmente e exigido que retirasse “o seu judeu”[2] do catálogo. Uma das cinco partes do livro é dedicada ao Brasil, pois naquela época o país era o maior exportador de café do mundo. Com essa obra, Heinrich Eduard Jacob tornou-se o “pai do livro não ficcional moderno”.[3]

 

Em 1935 os nacional socialistas proibiram todos os seus livros. Por isso a sua situação financeira entrou numa fase de degradação contínua. Ademais foi detido, considerado suspeito de falsificar papéis de crédito, um caso que chegou a envolver sua irmã Alice e sua mãe, uma senhora de 70 anos, que também foram presas. Naturalmente foi inocentado. Heinrich Eduard Jacob foi posto em liberdade depois de sete meses, sua mãe depois de um ano. No processo, em fevereiro 1938, ele foi absolvido, a mãe e a irmã foram sentenciadas respectivamente a um ano e meio e a dois anos de cárcere. A mãe morreu provavelmente em 1942 após ser deportada para a Europa Oriental pelos nacional socialistas. A irmã Alice cometeu suicídio em setembro 1938.

 

Heinrich Eduard Jacob já não podia mais fugir dos nacional socialistas. Quando a Áustria foi “anexada” ao Terceiro Reich em março de 1938, estava entre os primeiros a serem deportados para o campo de concentração em Dachau. Passou onze meses lá e no campo de concentração em Buchenwald até ser liberado em fevereiro de 1939, porque conseguiu um affidavit e um visto para os EUA. Os meses de confinamento nos campos de concentração deixaram-lhe graves sequelas na saúde, das quais nunca chegou a se recuperar.

 

Em julho 1939, chegou a Nova Yorque junto com a mulher, Dora. No exílio nos EUA teve sempre que conviver com uma situação financeira precária. Não conseguiu mais publicar obras de ficção, apenas livros não ficcionais, pois era apenas conhecido como o “pai do livro não ficcional moderno”. Mesmo que o livro Six Thousand Years of Bread. Its Holy and Unholy History (Seis mil anos de pão. A sua história santa e profana), de 1944 (a versão alemã somente veio a lume em 1954) se tivesse tornado leitura obrigatória nos colégios e nas universidades e ele, ademais, tivesse publicado as biografias The World of Emma Lazarus (O mundo de Emma Lazarus), de 1949, e Joseph Haydn. His Art, Times, and Glory (Joseph Haydn. Sua arte, seu tempo e sua  gloria), de 1950, não teve muita sorte como escritor. Por isso, passou a ganhar a vida principalmente como colaborador do journal Aufbau.

 

Para o seu romance Estrangeiro. Einwandererschicksal in Brasilien (Estrangeiro. Destino de um imigrante no Brasil) não achou uma editora americana. Começou a escrever esse livro logo depois de ter chegado aos EUA e, nele, se dedicou à descrição da experiência de ser imigrante e estrangeiro no Brasil, um país escolhido como modelo. Este romance veio a ser publicado pela primeira vez na Alemanha, em 1951. Dois anos depois, não tendo encontrado uma nova pátria nos EUA, decidiu voltar para a Europa.

 

Mas, também na Europa, Heinrich Eduard Jacob já não se sentiu mais em casa. Vivia em hotéis, viajava constantemente de um país para outro. Tal como nos EUA, também na Europa era considerado, sobretudo, como autor de livros não ficcionais, e foram essas obras as que mais lhe renderam êxito: as suas biografias dos músicos Joseph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Felix Mendelssohn. O livro de Mendelssohn, de 1959, foi sua última produção antes de passar a trabalhar exclusivamente como jornalista. No dia 25 de outubro de 1967 morreu de um ataque cardíaco em Salzburgo.

 

Em resumo, suas principais obras são:

 

Prosa ficcional

 

Das Leichenbegängnis der Gemma Ebria (O funeral da Gemma Ebria). Berlim, Erich Reiß Verlag, 1912.

 

Das Geschenk der schönen Erde. Idyllen. (O presente da terra bela. Idílios). Munique, Roland-Verlag Dr. Albert Mundt, 1918.

 

Der Zwangjährige. Ein symphonischer Roman.(O jovem de vinte anos. Um romance sinfônico). Munique, Eg. Müller Verlag, 1918.

 

Die Physiker von Syrakus. Ein Dialog. (Os físicos de Siracusa. Um diálogo). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1920.

 

Das Flötenkonzert der Vernunft. Novellen (O concerto de flauta da razão. Novelas). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1923.

 

Der Untergang von dreizehn Musiklehrern. Erzählung. (A queda de treze professores de música. Conto). Stuttgart/Berlim/Leipzig, Deutsche Verlags-Anstalt, 1924.

 

Dämonen und Narren. Drei Novellen. (Demônios e tolos. Três novelas). Frankfurt am Main, Rütten & Loening Verlag, 1927.

 

Jacqueline und die Japaner. Ein kleiner Roman. (Jacqueline e os japoneses. Um pequeno romance). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1928.

 

Blut und Zelluloid. Roman. (Sangue e celulóide. Romance). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1929.

 

Die Magd von Aachen. Eine von Siebentausend. (A criada de Aachen. Uma de sete mil). Berlim/Viena/Leipzig, Paul Zsolnay Verlag. 1931.

 

Liebe in Üsküb. Roman. (Amor em Üsküb. Romance). Berlim/Viena/Leipzig, Paul Zsolnay Verlag, 1932.

 

Ein Staatsmann strauchelt. (Um estadista tropeça). Berlim/Viena/Leipzig, Paul Zsolnay Verlag, 1932.

 

Treibhaus Südamerika. Novellen. (Estufa América do Sul. Novelas). Zurique, Bibliothek zeitgenössischer Werke, 1934.

 

Der Grinzinger Taugenichts. Roman. (O maroto de Grinzing. Romance). Amsterdam, Querido Verlag, 1935.

 

Estrangeiro. Einwandererschicksal in Brasilien. (Estrangeiro. Destino de um imigrante no Brasil). Frankfurt am Main, Heinrich Scheffler Verlag, 1951.

 

 

Teatro

 

Beaumarchais und Sonnenfels. (Beaumarchais e Sonnenfels). Munique, Georg Stein Verlag, 1919. (Estréia no Stadttheater em Bochum, 06 de dezembro de 1919, direção: Saladin Schmitt).

 

Der Tulpenfrevel. (O sacrílego de túlipa). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1920. (Estréia no National-Theater em Mannheim, 31 de maio de 1921).

 

 

Livros não ficcionais

 

Reise durch den belgischen Krieg. Ein Tagebuch (Viagem pela guerra belga. Um díario). Berlim, Erich Reiß Verlag, 1915. Deutsch

 

Sage und Siegeszug des Kaffees. (Saga e marcha triunfal do café). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1934. (A última edição traz o título Kaffee. Die Biographie eines weltwirtschaftlichen Stoffes – Café. A biografia de uma mercadoria econômica mundial. Munique, Oekom Verlag, 2006).

 

Johann Strauss und das neunzehnte Jahrhundert. (Johann Strauss e o século XIX). Amsterdam, Querido Verlag, 1937.

 

Six Thousand Year of Bread. Its Holy and Unholy History. (Seis mil anos de pão. A sua história sacra e profana). Garden City/NY, Doubleday, Doran & Co., 1944.

 

The World of Emma Lazarus. (O mundo de Emma Lazarus). Nova Yorque, Schocken Verlag, 1949.

 

Joseph Haydn. His Art, Times, and Glory (Joseph Haydy. Sua arte, seu tempo e sua  glória). Nova Yorque, Rinehart & Co., 1950.

 

Joseph Haydn. Seine Kunst, seine Zeit und sein Ruhm (Joseph Haydn. Sua arte, seu tempo e sua fama). Hamburgo, Christian Wegner Verlag, 1952.

 

Sechstausend Jahre Brot. (Seis mil anos de pão). Hamburgo, Ernst Rowohlt Verlag, 1954.

Mozart oder Geist, Musik und Schicksal. (Mozart ou espírito, música e destino). Frankfurt am Main, Heinrich Scheffler Verlag, 1955.

 

Felix Mendelssohn und seine Zeit. Bildnis und Schicksal eines Meisters. (Felix Mendelssohn e seu tempo. Retrato e destino de um mestre). Frankfurt am Main, S. Fischer Verlag, 1959.

 

Der Tiroler in Narvik/Who called you here? (O tirolês em Narvik/Quem chamou você para cá?). Berlim, Katzengraben Presse, 1991 (escrito e publicado sob o pseudônimo de Jens Eric Petersen).

 

Mit dem Zeppelin nach Pernambuco. Poetische Luftbilder einer ungewöhnlichen Reise. (Com o zepelim para Pernambuco. Aerofotografias poéticas de uma viagem extraordinária). Berlim, Katzengraben Presse, 1992. Deutsch

 

Stationen dazwischen. Mit einem Epilog von Alfred Döblin. (Estações intermediárias. Com um epílogo de Alfred Döblin) Berlim, Katzengraben Presse, 1993.

 

 

Tradução

 

Balzac, Honoré de: Künstler und Narren (Artistas e tolos). Berlim, Ernst Rowohlt Verlag, 1926. (em colaboração com Heike Maass).

 

 

Organização de livros e jornais

 

Der Feuerreiter. Blätter für Dichtung, Kritik, Graphik. (O cavaleiro de fogo. Folhas de poesia, crítica, gráfica). De dezembro de 1921 a agosto-setembro de 1924. Reprint de todos os cadernos da revista: Nedeln/Listenstaine, Kraus, 1970.

 

Verse der Lebenden. Deutsche Lyrik seit 1910. (Versos dos vivos. Poesia lírica alemã desde 1910). Berlim, Propyläen-Verlag, 1924.

 

Deutsch-Französische Rundschau. (Revista alemã-francesa). (Órgão da “Deutsch-Französische Gesellschaft” (Sociedade franco-alemã). Heinrich Eduard Jacob foi co-organizador dos volumes de 1 a 6, de janeiro de 1928 a junho de 1933), Berlim.

 

 

 

Ensaios

 

(Há inúmeros artigos e ensaios do jornalista bem sucedido, Heinrich Eduard Jacob. Por isso, aqui mencionam-se apenas aqueles que fazem referência ao Brasil).

 

Mit dem Zeppelin nach Pernambuco. Landung in Brasilien. (Com o zepelim para Pernambuco. Aterrissagem no Brasil). In: Berliner Tageblatt, Berlim, ano 61, n° 158 (3.4.1932), edição de manhã.

 

Der Schlangengarten von Butantan. (O jardim de serpentes do Butantã) In: Berliner Tageblatt, Berlim, ano 61, n° 223 (12.5.1932), edição de manhã.

 

Aus einem südamerikanischen Tagebuch: Audienz beim brasilianischen Außenministerium. (De um diário sul americano: Audiência no Ministério Brasileiro de Relações Exteriores) In: Die literarische Welt, ano 8 n° 45, 1932, p. 3-4.

 

Aracy und das Fieber. (Aracy e a febre) [pré-publicação de uma novela de Treibhaus Südamerika (Estufa América do Sul) em 32 partes]. In: Der Tag (Viena), do ano 12 , n° 3704 (10.9.1933) ao ano 12 n° 3735 (11.10.1933). Deutsch

 

Aracy. In: Pariser Tageblatt, ano 2, n° 359, 06.12.1934, p. 4.

 

Wie in Brasilien der Kaffee verbrannt wird... (Como no Brasil o café é queimado...) In: Telegraf, Viena, 14.12.1934.

 

Wie in Brasilien der Kaffee verbrannt wird... (Como no Brasil o café é queimado...) In: Morgenblatt Zagreb, Zagreb, 18.12.1934.

 

Aus den Polizeiakten von Petropolis. Zum 10. Todestag von Stefan Zweig (Do processo na polícia de Petrópolis. Comemorando o décimo aniversário da morte de Stefan Zweig). In: Die Neue Zeitung, Munique, 23./24.2.1952.

Der Tod des Mulatten (A morte do mulato) [pré-publicação do romance Estrangeiro]. In: Aufbau, Ano 34 N° , 28.3.1952.

 

Tragödie in Petropolis. Warum starb eigentlich Stefan Zweig? - Der ungeduldige Emigrant (Tragédia em Petrópolis. Por que realmente Stefan Zweig morreu? – O emigrante impaciente). in: Die Weltwoche, Zurique, 23.2.1962.

 

Groß im Dienen. Zu Stefan Zweigs zwanzigstem Todestag (Um grande servidor. Comemorando o vigésimo aniversário da morte de Stefan Zweig). In: Der Tagesspiegel, Berlim, 3.4.1962.

Aus den Polizeiakten von Petropolis (Do processo na polícia de Petrópolis). In: Fitzbauer, Erich (org.): Stefan Zweig – Spiegelungen einer schöpferischen Persönlichkeit (Stefan Zweig – reflexos de uma personalidade criadora), Viena, Bergland Verlag, 1959, p. 101-106.

 

Aus den Polizeiakten von Petropolis (Do processo na polícia de Petrópolis). In: Zweig, Stefan; Zweig, Friderike: Unrast der Liebe. Ihr Leben und ihre Zeit im Spiegel ihres Briefwechsels(Inquietação do amor. Sua vida e época no da sua correspondência), Munique, Scherz Verlag, 1981, p. 293-305.

 

Resumos comentados

em construção.

 

Bibliografia crítica

clique aqui.

 

 



[1] Arnold Zweig apud Clarenbach, Anja: Finis libri. Der Schriftsteller und Journalist Heinrich Eduard Jacob (1889-1967). Tese de doutoramento. Universidade de Hamburgo 2003 in: www.sub.uni-hamburg.de/opus/volltexte/2002/948/pdf/dissertation.pdf, p. 341.

[2] Dora Jacob apud Clarenbach, Anja, op. Cit., p. 123.

[3] Heinrich Eduard Jacob apud Clarenbach, Anja, op. cit., p. 128.