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O Instituto Martius-Staden
se encarrega, a partir
do ano 2002, do agenciamento,
acompanhamento e da divulgação
das apresentações
do Coral do Colégio
Visconde de Porto Seguro
(CVPS).
Fundado em 1952, o Coral é composto
por alunos, ex-alunos,
pais, professores e cantores
amigos do Colégio
Visconde de Porto Seguro.
Inicialmente dirigido
pelo professor Kurt Grünauer,
foi conduzido por diversos
regentes e, desde 1998, é regido
pelo Maestro Sérgio
Assumpção.
Constam da história
do Coral inúmeras
apresentações
em várias cidades
do Brasil e em países
da Europa. O repertório
compreende a música
popular brasileira, alemã e
spirituals, música
sacra e música
renascentista, além
de obras como Misa Criolla
(Ariel Ramirez), Carmina
Burana (Carl Orff), Paixão
Segundo São João
e Magnificat (J. S. Bach),
Gloria (Vivaldi), Missa
em Sol (Schubert) e Missa
Brevis (Mozart). Destacam-se
ainda os concertos do
Requiem de Mozart (2000),
O Messias de Haendel
(2001), Oratório
de Natal de Bach (2002)
e Grande Missa em dó menor
de Mozart (2003), todos
com orquestra e solistas
convidados.
O maestro Sérgio
Assumpção
iniciou seus estudos
de música aos
10 anos de idade, como
violonista. Em 1991 formou-se
em violão erudito
pela Fundação
das Artes de São
Caetano do Sul e em 1995
concluiu o Bacharelado
em Música pela
USP. Estudou harmonia
e contraponto com o professor
Orlando Marcos, técnica
vocal com Maria Cecília
de Oliveira, composição
com Willy Correia de
Oliveira e regência
com o Maestro Aylton
Escobar. Foi bolsista
do Festival de Inverno
de Campos do Jordão
nos anos de 1995,1996
e 1997, na classe de
Regência Orquestral.
Integrou o Coral Sinfônico
do Estado de São
Paulo, como tenor, de
1995 a 2000 e foi Regente
do Coral Municipal de
Mauá de 1997 a
abril de 2003. Atualmente é Professor
de Harmonia e Percepção
na Fundação
das Artes, Regente Assistente
da Orquestra Filarmônica
de São Caetano
do Sul e Regente do Coral
do Colégio Visconde
de Porto Seguro.
O projeto de 2004 prevê a
execução
do Carmina Burana de
Carl Orff (1895-1984),
na versão com
2 pianos e percussão.
A peça, com duração
de cerca de uma hora,
enuncia textos medievais
profanos numa "vestimenta" musical
moderna dada por Orff.
A utililização
de ampla percussão
garante vivacidade rítmica
e intenso colorido tímbrico.
Teremos a participação
de cantores profissionais
para os solos do Barítono,
Tenor e Soprano, 2 pianistas
de primeira linha e o
PIAP, grupo de percussão
do Instituto de Artes
da UNESP. Tendo em vista
que em 2 dos 25 movimentos
o compositor prevê a
participação
de crianças e
jovens, teremos ainda
a grata satisfação
de poder integrar os
corais adulto e infanto-juvenil
do CVPS nestes concertos.
Coral
Adulto do Colégio
Visconde de Porto Seguro
Coral Infantil do Colégio
Visconde de Porto Seguro
Regência: Sérgio
Assumpção
Convidados:
Edna de Oliveira (soprano)
Sérgio Werneck
(tenor)
Sebastião Teixeira
(barítono)
Cláudia Siste
e Rogério Zaghi
(pianos)
PIAP-Unesp (percussão) |
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Carmina Burana - Cantiones
Profanae (1936)
Carl Orff (1895-1984) |
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Copiado por volta de
1230, o manuscrito de
Carmina Burana constava
do acervo artístico
da abadia de Benediktbeuern
(Baviera), "secularizado" em
1803, mas publicado somente
em 1847.
Poesia dos "clérigos
vagantes" ou "goliardos",
os Carmina são
dos mais expressivos
exemplos desta manifestação
boêmia, profana
e em certos casos até obscena
(para a época),
que vigorou nos séculos
XI e XII em língua
latina. Os clérigos
vagantes, possuidores
de cultura letrística
e pouco afeitos à rigorosa
disciplina monástica,
preencheram o hiato expressivo
entre os hinos religiosos
e a lírica trovadoresca.
Através dessa
poesia antiascética,
deram voz aos desejos
humanos mais oficialmente
reprimidos: o amor, a
amizade e a liberdade.
Fascinado desde o primeiro
instante pelo incrível
tesouro que chegara às
suas mãos, Carl
Orff, de posse dos textos,
imediatamente concebeu
a obra com coros, solistas,
orquestra e vasta percussão,
numa "cantata cênica
com imagens mágicas",
embora a forma de concerto
seja a mais difundida
desde então. O
próprio compositor
nos deu a chave de sua
escrita para o Carmina,
no qual as repetições
e a instrumentação
efetivamente compõem
a forma musical: "Uma
característica
especial do estilo musical
de Carmina Burana é sua
construção
estática. Em sua
estrutura estrófica
não há lugar
para o desenvolvimento
(...)".
Na versão a ser
apresentada a orquestra
será substituída
por dois pianos, mas
não a percussão,
amplamente utilizada.
Pelos Coros, Barítono,
Soprano e Tenor solistas
e Coro Infantil vão
sendo enunciados os temas
do amor, da dança,
dos jogos e da bebida;
emoldurados por um tema
predominante, expressamente
contrário à moral
então vigente,
o tema da fortuna:
A roda da Fortuna gira:
desço eu, despojado
Outro às alturas
ela atira,
vejo-o exaltado!
autoria de: Sérgio
Assumpção
(regente)
O projeto de 2004 prevê a
execução
do Carmina Burana de
Carl Orff (1895-1984),
na versão com
2 pianos e percussão.
A peça, com duração
de cerca de uma hora,
enuncia textos medievais
profanos numa "vestimenta" musical
moderna dada por Orff.
A utililização
de ampla percussão
garante vivacidade rítmica
e intenso colorido tímbrico.
Teremos a participação
de cantores profissionais
para os solos do Barítono,
Tenor e Soprano, 2 pianistas
de primeira linha e o
PIAP, grupo de percussão
do Instituto de Artes
da UNESP. Tendo em vista
que em 2 dos 25 movimentos
o compositor prevê a
participação
de crianças e
jovens, teremos ainda
a grata satisfação
de poder integrar os
corais adulto e infanto-juvenil
do CVPS nestes concertos. |
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